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terça-feira, 18 de maio de 2010
Mary & Max, de Adam Elliot
Nascido na Austrália e portador de um tipo de raro de tremor hereditário, Adam era uma criança tímida que passava seus dias desenhando e criando coisas com pedaços de objetos que encontrava. Aos 12 anos começou a trabalhar num mercado de artesanato fazendo pinturas a mão, transformando sua deficiência em estética visual. Seu sonho era ser veterinário. Ele realmente tentou, mas
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Linha de Passe, de Walter Salles

Eu fiquei fascinado com o retrato tão fiel que o filme Linha de Passe fez sobre a periferia.
Morei durante muitos anos nas proximidades da Cidade Líder, onde o filme rodado. E sempre me angustia a maneira estereotipada que a periferia é retratada no cinema.
Claro que morar na periferia é uma realidade dura, um peso a mais nos ombros. É como um sapato velho com buracos que incomoda e não protege os pés como deveria.
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sábado, 12 de julho de 2008
Casa Vazia, de Kim Ki-Duk

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terça-feira, 8 de julho de 2008
Tomates Verdes Fritos, de Jon Avnet

A história narra à vida de Evelyn (Kathy Bates), uma mulher deprimida e carente com a vida que leva e que conhece, por acaso, em um lar para idosos, Ninny (Jéssica Tandy), uma simpática senhora, cheia de histórias para contar. Ninny, envolvente e carismática, conta-lhe sobre a bela amizade ocorrida no início dos anos trinta, no Alabama, entre Idgie (Mary Stuart Masterson) e Ruth (Mary-Louise Parker).
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terça-feira, 1 de julho de 2008
Onde os Fracos não tem Vez, de Ethan Coen e Joel Coen

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Mutum (Brasil, 2007)

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domingo, 1 de junho de 2008
C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor, de François Boulay

Esta produção canadense que levou dez anos para ficar pronta, teve seu roteiro baseado nos diários do próprio François Boulay, diretor do filme.
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sexta-feira, 2 de maio de 2008
A Casa de Alice - O elenco

É muito bom ver atores entregues, dispostos a viver a possibilidade que o roteiro sugere. Um belo trabalho de todo o elenco. Neste caso, conduzidos pela preparação da Fátima Toledo.
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A Casa de Alice, de Chico Teixeira

Fiquei tocado por este belo trabalho do Chico Teixeira.
Há muito tempo eu não via sensibilidade tão bem filmada no cinema.
Há tempos não via um diretor que abre mão de qualquer vaidade para simplesmente registrar o cotidiano. Sem medo. Sem qualquer imposição ou julgamento.
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quarta-feira, 16 de abril de 2008
O Céu de Suely, de Karim Aïnouz

Lembro da pré estréia do filme “O Céu de Suely”. Ao final da sessão, durante um bate-papo entre o diretor, preparador de elenco, elenco e platéia, a equipe do filme foi bombardeada por uma sucessão de “... Sou formado nisso, estudo aquilo, e a partir da minha inteligência vi que o filme tem referências ao cinema do século X e Y!”. Geralmente os "intelectualóides" estão mais preocupados em se exibir do que realmente olhar para o filme em questão.
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segunda-feira, 14 de abril de 2008
Ator: Sujeito que comete uma ação!

O argumento do filme fala sobre um grupo de amigos que se reúne para um churrasco de domingo, e a partir de uma brincadeira do dono da casa, terminam expondo e humilhando uma das pessoas presente.
Este filme me fez refletir sobre quantas vezes as minhas inseguranças colidiram com as frustrações do outro. Quantas vezes eu machuquei alguém, pelo simples fato de não olhar e trabalhar o que realmente me incomodava.
Nós nunca sabemos o que trouxe alguém até aqui. Por isso tenho bastante cuidado em julgar alguém, mesmo isto sendo quase inevitável enquanto ser humano. Nem pense que eu sou o “senhor correto”, mas como já sofri muito com esse tipo de comportamento, procuro não fazer com o outro o que... Ah você já sabe!
A ideia deste projeto vai de encontro com a minha vontade de fazer cinema. Desde criança sempre quis ser ator. Acredito que um filme pode ser um grande amigo, um confidente. E amigos são para entreter e divertir, mas também nos ajuda lidarmos com a vida apontando possibilidades.
Vejo o oficio de ator como uma “troca”:
Me coloco dentro de uma possibilidade, mostrando a quem interessar, uma possibilidade.
Seja como ator ou espectador, um filme funciona para mim como uma grande troca de ponto de vista. Nele, eu tenho a oportunidade de olhar para uma situação, um personagem e sua historia, e a partir daí, refletir como eu poderia melhorar ou não como ser humano.








