Mostrando postagens com marcador Sobre Familia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sobre Familia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de maio de 2010

Mary & Max, de Adam Elliot




Antes de comentar sobre Mary and Max eu preciso falar um pouco sobre o melhor personagem deste filme: Seu criador, Adam Elliot.
Nascido na Austrália e portador de um tipo de raro de tremor hereditário, Adam era uma criança tímida que passava seus dias desenhando e criando coisas com pedaços de objetos que encontrava. Aos 12 anos começou a trabalhar num mercado de artesanato fazendo pinturas a mão, transformando sua deficiência em estética visual. Seu sonho era ser veterinário. Ele realmente tentou, mas

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O Preço da Traição, de Atom Egoyan


 Sou sempre seduzido pelo trabalho da Julianne Moore, e num primeiro momento eu não soube dizer se havia gostado ou não deste filme.
    O Preço da Traição me remeteu aos thrillers eróticos que lotavam as prateleiras da locadora onde trabalhei. Aquele típico filme B amparado por cenas eróticas.
    Aqui a historia (uma refilmagem do Francês “Nathalie”) ganha verniz de grande produção nas mãos de Atom Egoyan, diretor canadense especialista em temas como alienação e isolamento, e é justamente seu ponto de vista sobre estas questões que fazem toda a diferença aqui.
    

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Linha de Passe, de Walter Salles



Eu fiquei fascinado com o retrato tão fiel que o filme Linha de Passe fez sobre a periferia.
Morei durante muitos anos nas proximidades da Cidade Líder, onde o filme rodado. E sempre me  angustia  a maneira estereotipada que a periferia é retratada no cinema.
Claro que morar na periferia é uma realidade dura, um peso a mais nos ombros. É como um sapato velho com buracos que incomoda e não protege os pés como deveria.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Tomates Verdes Fritos, de Jon Avnet



Desenterrando do baú, eis um dos filmes mais lindos que já assisti!
Tomates Verdes Fritos foi lançado nos cinemas há 17 anos, este filme fala sobre amizade e sobre o quanto um ser humano pode fazer a diferença na vida do outro.

A história narra à vida de Evelyn (Kathy Bates), uma mulher deprimida e carente com a vida que leva e que conhece, por acaso, em um lar para idosos, Ninny (Jéssica Tandy), uma simpática senhora, cheia de histórias para contar. Ninny, envolvente e carismática, conta-lhe sobre a bela amizade ocorrida no início dos anos trinta, no Alabama, entre Idgie (Mary Stuart Masterson) e Ruth (Mary-Louise Parker).

terça-feira, 1 de julho de 2008

Mutum (Brasil, 2007)


Vi este filme durante a Mostra de SP. Eu já deveria ter comentado sobre este belo trabalho de estréia de Sandra Kogut na direção de ficção. Mutum é baseado na obra de Guimarães Rosa, Campo Geral.
Na minha opinião, este filme faz parte de uma nova era no cinema nacional. Uma era onde cineastas estreantes colocam o foco principal na atuação dos atores vivendo a situação que o roteiro sugere. Onde a câmera acompanha seus passos, onde a palavra de ordem é “liberdade”. Uma liberdade que investiga a condição humana. Que busca retratar os sentimentos e sensações, o interno que move o externo.

domingo, 1 de junho de 2008

C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor, de François Boulay



Em tempos de expectativa (chata) sobre o primeiro beijo gay na televisão, este filme prova que a sensibilidade é a melhor forma para retratar o ser humano em seu universo particular, e não o sensacionalismo explícito.
Esta produção canadense que levou dez anos para ficar pronta, teve seu roteiro baseado nos diários do próprio François Boulay, diretor do filme.