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terça-feira, 18 de maio de 2010

Mary & Max, de Adam Elliot




Antes de comentar sobre Mary and Max eu preciso falar um pouco sobre o melhor personagem deste filme: Seu criador, Adam Elliot.
Nascido na Austrália e portador de um tipo de raro de tremor hereditário, Adam era uma criança tímida que passava seus dias desenhando e criando coisas com pedaços de objetos que encontrava. Aos 12 anos começou a trabalhar num mercado de artesanato fazendo pinturas a mão, transformando sua deficiência em estética visual. Seu sonho era ser veterinário. Ele realmente tentou, mas

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Educação, de Lone Scherfig


 Admito que eu estava com um pouco de preguiça para assistir este filme. 
 Achei o argumento bem batido. Mas num dia de poucas opções, resolvi arriscar. Ao final do filme, me surpreendi com aquela sensação agradável de quando um filme te faz mergulhar na historia. Mais do que isso, este foi um filme que me fez bem.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Linha de Passe, de Walter Salles



Eu fiquei fascinado com o retrato tão fiel que o filme Linha de Passe fez sobre a periferia.
Morei durante muitos anos nas proximidades da Cidade Líder, onde o filme rodado. E sempre me  angustia  a maneira estereotipada que a periferia é retratada no cinema.
Claro que morar na periferia é uma realidade dura, um peso a mais nos ombros. É como um sapato velho com buracos que incomoda e não protege os pés como deveria.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Onde os Fracos não tem Vez, de Ethan Coen e Joel Coen


Quando era garoto, Joel economizou dinheiro suficiente cortando gramas para assim comprar uma câmera Vivitar Super-8 e junto com seu irmão Ethan refaziam filmes que viam na televisão estrelados pelo vizinho da mesma idade.
Aprenderam cinema praticando e brincando. Fizeram curtas metragem, assistência de direção e de produção em uma pequena produtora, até começarem a estudar na universidade.

Mutum (Brasil, 2007)


Vi este filme durante a Mostra de SP. Eu já deveria ter comentado sobre este belo trabalho de estréia de Sandra Kogut na direção de ficção. Mutum é baseado na obra de Guimarães Rosa, Campo Geral.
Na minha opinião, este filme faz parte de uma nova era no cinema nacional. Uma era onde cineastas estreantes colocam o foco principal na atuação dos atores vivendo a situação que o roteiro sugere. Onde a câmera acompanha seus passos, onde a palavra de ordem é “liberdade”. Uma liberdade que investiga a condição humana. Que busca retratar os sentimentos e sensações, o interno que move o externo.

domingo, 1 de junho de 2008

C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor, de François Boulay



Em tempos de expectativa (chata) sobre o primeiro beijo gay na televisão, este filme prova que a sensibilidade é a melhor forma para retratar o ser humano em seu universo particular, e não o sensacionalismo explícito.
Esta produção canadense que levou dez anos para ficar pronta, teve seu roteiro baseado nos diários do próprio François Boulay, diretor do filme.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Louca Obsessão, de Rob Reiner



Este pequeno filme de 1991, baseado num conto do Stephen King me chamou atenção na época pela excelente atuação da atriz Kathy Bates. Dia desses o revi na tevê e pude constatar quão o tema deste filme é atual e interessante.
O filme conta a historia de uma mulher solitária e amargurada que adora ler uma série de contos chamada “Misery”. Ela projeta na personagem do livro tudo o que deseja ser. Enquanto aguarda ansiosa a próxima publicação, ela fica vivenciando em seus pensamentos as emoções a trajetória daquela personagem forte e determinada a vencer na vida.