Mostrando postagens com marcador Sobre carências. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sobre carências. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O Preço da Traição, de Atom Egoyan


 Sou sempre seduzido pelo trabalho da Julianne Moore, e num primeiro momento eu não soube dizer se havia gostado ou não deste filme.
    O Preço da Traição me remeteu aos thrillers eróticos que lotavam as prateleiras da locadora onde trabalhei. Aquele típico filme B amparado por cenas eróticas.
    Aqui a historia (uma refilmagem do Francês “Nathalie”) ganha verniz de grande produção nas mãos de Atom Egoyan, diretor canadense especialista em temas como alienação e isolamento, e é justamente seu ponto de vista sobre estas questões que fazem toda a diferença aqui.
    

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Educação, de Lone Scherfig


 Admito que eu estava com um pouco de preguiça para assistir este filme. 
 Achei o argumento bem batido. Mas num dia de poucas opções, resolvi arriscar. Ao final do filme, me surpreendi com aquela sensação agradável de quando um filme te faz mergulhar na historia. Mais do que isso, este foi um filme que me fez bem.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Vestida para Casar, de Anne Fletcher.


Vestida para Casar figurava na minha prateleira de filmes que eu jamais alugaria.
(Gênero: filmes de menina)
Mas, no desespero para assistir um filme e fechar uma segunda-feira conturbada e de poucas opções na vídeo-locadora... Vamos lá!
O filme segue religiosamente a cartilha da comédia romântica. Cada coisinha está em seu estratégico lugar.

domingo, 15 de junho de 2008

Pensamentos Viajados


O MAR

Eu tive tantas vidas desde que iniciei a minha
Eu percebo que muitas vezes o medo de morrer
Impediu o começo de uma nova linha
Pois de mãos fechadas não há nada a receber
Se alguém falou como deveria ser
De ansiedade eu esqueci
Se alguém indicou como ter
Há certas coisas que não podem ser compradas
Se muitas vezes chorei pelo que recebi
É porque pedi de forma errada
Mergulhar não significa afogar o mundo
Meu mundo é meu único tudo
O meu interno que sempre me interno
Se houver derramamento de lágrimas
É por purificação
Para me deixar lavar e levar o todo
O mundo imundo que não me pertence
Para que eu possa voltar a nadar leve
De volta ao meu oceano
Emergindo lá no fundo

sexta-feira, 2 de maio de 2008

A Casa de Alice, de Chico Teixeira


Eis o meu filme perfeito!
Fiquei tocado por este belo trabalho do Chico Teixeira.
Há muito tempo eu não via sensibilidade tão bem filmada no cinema.
Há tempos não via um diretor que abre mão de qualquer vaidade para simplesmente registrar o cotidiano. Sem medo. Sem qualquer imposição ou julgamento.
Está tudo lá... Ou nada!