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terça-feira, 18 de maio de 2010

Mary & Max, de Adam Elliot




Antes de comentar sobre Mary and Max eu preciso falar um pouco sobre o melhor personagem deste filme: Seu criador, Adam Elliot.
Nascido na Austrália e portador de um tipo de raro de tremor hereditário, Adam era uma criança tímida que passava seus dias desenhando e criando coisas com pedaços de objetos que encontrava. Aos 12 anos começou a trabalhar num mercado de artesanato fazendo pinturas a mão, transformando sua deficiência em estética visual. Seu sonho era ser veterinário. Ele realmente tentou, mas

terça-feira, 8 de julho de 2008

Tomates Verdes Fritos, de Jon Avnet



Desenterrando do baú, eis um dos filmes mais lindos que já assisti!
Tomates Verdes Fritos foi lançado nos cinemas há 17 anos, este filme fala sobre amizade e sobre o quanto um ser humano pode fazer a diferença na vida do outro.

A história narra à vida de Evelyn (Kathy Bates), uma mulher deprimida e carente com a vida que leva e que conhece, por acaso, em um lar para idosos, Ninny (Jéssica Tandy), uma simpática senhora, cheia de histórias para contar. Ninny, envolvente e carismática, conta-lhe sobre a bela amizade ocorrida no início dos anos trinta, no Alabama, entre Idgie (Mary Stuart Masterson) e Ruth (Mary-Louise Parker).

terça-feira, 1 de julho de 2008

Mutum (Brasil, 2007)


Vi este filme durante a Mostra de SP. Eu já deveria ter comentado sobre este belo trabalho de estréia de Sandra Kogut na direção de ficção. Mutum é baseado na obra de Guimarães Rosa, Campo Geral.
Na minha opinião, este filme faz parte de uma nova era no cinema nacional. Uma era onde cineastas estreantes colocam o foco principal na atuação dos atores vivendo a situação que o roteiro sugere. Onde a câmera acompanha seus passos, onde a palavra de ordem é “liberdade”. Uma liberdade que investiga a condição humana. Que busca retratar os sentimentos e sensações, o interno que move o externo.

domingo, 15 de junho de 2008

Sex In The City



Ouvi de uma amiga:

"Adorei Sex in the City! Foi como rever amigas que amo muito mas há tempos não nos encontravamos. Me arrepiei durante o filme todo. Foi como tomar chá, ir as compras, fofocar, falar bobeiras, sorrir, chorar, querer saber as novidadas, e principalmente, matar saudades!"

E a versão para os cinemas da série de maior sucesso da HBO cumpre exatamente isso.